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PATRIMÓNIO MUNDIAL DA AUSTERIDADE

por The Cat, em 10.01.14

FOTO


( FOTO: Expresso.Sapo.pt)


 


O enredo é Fruto da imaginação. Ficção. Tirando a parte do Benfica-Porto.Portanto, no fim, não diga que não avisei.


Como diz o povo,então, é assim:


Portugal deve candidatar-se a Património Mundial da Austeridade.


Está na hora de pedir contas aos representantes dos "credores internacionais", vulgo Troika, que representa a Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu. Dizem que também representa a Alemanha, mas são más línguas.


É um imperativo de Estado.


O Estado que tem como primeira obrigação zelar pelos seus. Esse mesmo Estado que deve proteger os mais debilitados, encorajar a criação de riqueza, de criar condições para que os seus cidadãos sejam capazes de acrescentar valor, de serem produtivos, inspirados, felizes, basicamente.


Palavras tão na moda, tão actuais e próprias, contudo.


O Estado, do Estado, fazem parte as pessoas.


Um Estado é um país e um país contém pessoas lá dentro. É complicado mas é assim mesmo, desde o início dos tempos.


Pessoas.


O conceito é atingível por qualquer pessoa.


Dizer que as pessoas tem vida, vida, mesmo, família, amigos, aspirações, metas, pessoas.


Dizer isto é ser redundante.


O conceito é atingível, mesmo que assim não fosse, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é garante dessa condição (teoricamente): Pessoas.


É sobre os cidadãos que a austeridade, reconhecido como necessária, tem provocado estragos, a este ritmo, irreparáveis.


Para os que são agora adultos, para os que estão em fim de linha, para os jovens, para o futuro. Danos irreparáveis que vão atravessar gerações e gerações.


Danos irreparáveis provocados por erros "colossais". Erros admitidos. Mea-Culpa. Várias vezes.


Estragos nas vidas da maioria dos cidadãos, das pessoas. Estragos, reconhecidamente, desnecessários.


 


O Estado português deve pedir conta aos funcionários que representam quem nos empresta dinheiro, para o receber de volta, como pagamento de juros do dinheiro que emprestou (claro que é assim que funciona, não é uma ironia minha), porque não existe já, em toda a Europa e nos pontos do globo que importam, "viva alma" que não reconheça que a austeridade aplicada em Portugal, nos portugueses, na sociedade, nas empresas, nas escolas, um pouco por todo o lado, foi excessiva e errada na forma.


Destruiu. Destrói. Destruirá.


O espectro político português, o FMI, a UE, o BCE, quem conta, já o admitiu, publicamente, várias vezes, a forma errada como a receita foi aplicada em Portugal.


Não há dúvidas?


Isto é tudo fruto da imaginação...Não esquecer. No início eu avisei. Não assumo culpas neste texto fora de contexto.


Não havendo dúvidas, os representantes dos "credores" (desculpem a escrita mais terra-a-terra...defeito profissional) devem ser avisados que temos contas para acertar.


Se erraram devem reparar o erro.


Tal como Portugal está a fazer, através dos seus cidadãos, empresários, trabalhadores, reformados, novos, velhos, a reparar erros políticos, cometidos por pessoas. Ao longo dos anos. Basta olhar os últimos dez. Portugal está a cumprir, a morrer mas a cumprir. Diz que é mesmo assim.


Os "credores" são, em parte, neste momento, devedores ao Estado português.


Reparem o erro. Paguem. Somos todos pessoas de bem. Instituições de bem.


Assim, terra-a-terra e fruto da imaginação.


Pelo meio há coisas que acontecem com naturalidade.


Portugal tem um consultor de topo na Goldman Sachs, notícia de hoje.


A OCDE tem um novo responsável (nº2) pela Economia. Também português. Notícia de hoje.


Era um post interminável, nomear os representantes portugueses, todos.


Coisas que acontecem tão naturalmente como os excessos de austeridade reconhecidos, que roubam vidas, matam sonhos.


Depois, isto anda à roda, à volta, em círculo, e um terço do mercado segurador português é...chinês. De repente. Chinês que não entende de Seguros.


O imobiliário de luxo é chinês. A EDP, a REFER. Poupemos tinta...e tempo.


Bem vistas as coisas, fruto da imaginação (avisei no iníco), um terço de Portugal pertence aos "credores internacionais" (Europa-América), outro terço a investimentos angolanos e o último terço a investimentos chineses.Aqui, a Alemanha não conta, ela só quer mandar. Fica de fora. Neste texto.


América, Europa, Ásia e África, num só. Potência mundial, em potência.


Visto com olhar optimista:


Somos um - sempre fomos - ponto estratégico na economia mundial. A tal porta da Europa. O Mar de frente para nós.


Perdemos essa importância. Erros políticos.


Mas, com criatividade, podemos voltar a conquistar o respeito do mundo.


Faça as contas:


Importância geográfica e estratégica + 1/3 credores internacionais (EUA incluídos), 2/3 angola, 3/3 china = UCPFCC (United Colours of Portugal Forte Como o Caraças).


Isto, bem exploradinho, a juntar à parte dos "credores" nos deverem qualquer coisa, era cá uma cena!


Não estou no mercado, mas se souberem de alguém que precise de um consultor estratégico, com vasto conhecimento de política e bem parecido, facultem o meu e-mail, por favor.


Mas, avisem que é tudo no plano da ficção. A imaginação é tramada.


Pronto, domingo há clássico. Que ganhe o melhor. Quais credores quais quê!


Esta é a parte real da coisa. Gosto de finais assim.


 


ZGQ


 


 


 

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publicado às 23:10



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