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HÁ GUERRA NA EUROPA

por The Cat, em 28.03.16

bruxelas.jpg

 

Ando para aqui há horas a pensar naquilo de Bruxelas.

Horas e horas a misturar pensamentos, a tentar encaixar peças que não encaixam.

O bem e o mal não se encaixam, porque é disso que se trata, não é?

O bem e o mal, não é?

Entendamo-nos, coloquemos as coisas assim:

Não se trata de religião, de raça, de etnia, de cultura, de diferença, de crença.

Não se trata de nada disso.

Trata-se do bem e do mal.

Sim, deste lado o bem, do lado de lá o mal.

Os humanos e os não-humanos.

 

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publicado às 00:00

OBAMA NA TERRA DOS CHARUTOS

por The Cat, em 22.03.16

Air Force One landing in Cuba.jpg

 

 

Digam o que disserem é história.

Barack Obama fica na história, não por ter sido o primeiro presidente dos Estados Unidos a pisar "la tierra del comandante" em mais de oitenta anos, que isso foi um acaso da história.

O que importa nesta visita do Presidente a Cuba é o seu sorriso, e é por isso que é história, digam o que disserem.

Foi o que me saltou à vista quando olhava, em silêncio, o ecrã da televisão. no momento em que saiu da porta do Air Force One, chapéu de chuva na mão, naquele momento Obama escrevia história porque desceu as escadas do avião com aquele jeito quase comum, porque fez as apresentações e cumprimentou, pessoalmente, todos os que o esperavam ao fundo das escadas, nunca largando o chapéu de chuva.

Aqueles instantes fizeram lembrar a ida do homem à lua, pela primeira vez, se bem que eu não me lembro disso, mas já vi no Youtube, ou a visita de Dom Francisco ao Brasil, ou até mesmo a queda do Berlin Wall, tudo isto no sentido figurado, as Torres, na verdade todos estes acontecimentos nos prenderam ao ecrã, cada um deles com a sua intensidade e importância, cada um deles prendeu diferentes gerações à televisão, para que pudessem ver a história acontecer, foi assim com Carlos Lopes, em Los Angels dourados.

Por algum motivo a imagem, as imagens, também aqui dizem tudo.

 

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publicado às 22:55

XEQUE MATE AO DIABO

por The Cat, em 22.03.16

contingencias.jpg

 

Este pedaço de espaço virtual armado em blog faz hoje um ano.

O autor nem se lembrava. Foi o Facebook que fez questão de lhe colocar a efeméride em frente aos olhos.

Sim, é uma efeméride, porque o autor nunca pensou em ter este espaço virtual armado em blog.

Foram as contingências.

O primeiro texto que aqui caiu de pára-quedas narrava a epopeia da meia maratona de Lisboa, passo a passo, ligado a cada passo, com um companheiro com o dobro do autor.

Aquilo meteu tragédias, meteu lágrimas de alegria, conquistas, medalhas e um milhão e meio de fotografias.

Essa corrida motivou um texto, por causa das contingências, na altura.

Começou por causa de um texto fortuito, que teimou em se agarrar ao fundo branco onde foi escrito, e de lá não mais sair.

O autor foi-lhe fazendo a vontade e dentro dos possíveis foi alimentando a fome de palavras.

Ficou assim marcado o arranque do blog do Gato.

Um ano depois acontece isto (de novo).

Isto...

Filhos de um demónio dos seus próprios pesadelos mataram sem piedade, voltaram a matar sem piedade, e ameaçam matar mais e diferente. 

Não são pessoas.

São filhos do diabo.

O diabo amedrontou o mundo.

O mundo está com medo.

Isso é o que o diabo quer.

Os media passaram as imagens até à exaustão.

O diabo agradece, assim o terror que ele vomita chega mais depressa e a mais gente e a mais mundo.

Está nos livros.

É a canibalização.

O diabo tem muitas caras e é profético: ele está no meio de nós, só não dizemos amén, no fim.

Estamos dentro de uma luta entre o bem e o mal.

Somos todos que a travamos, como lá atrás na história da humanidade.

Guerra entre a humanidade, tal como a conhecemos, e a crueldade, tal como a conhecemos.

Não é sobre migração ou refugiados, sobre fronteiras ou gabinetes. 

É sobre o bem e o mal. 

Estamos em guerra!

A Terceira Guerra Mundial.

Hitler dominou a Europa, na segunda guerra, e à sua maneira fez o que estes filhos do diabo fazem, à deles, Hitler era filho do diabo, todos os ditadores são filhos do diabo, todos os terroristas são filhos do diabo.

O diabo tem uma cabeça e muitas caras.

Os aliados acabaram com o terror de Hitler.

Os homens deram caça ao diabo e apanharam-no.

Só que os homens sabiam onde se sentava o diabo.

Hoje ele está no meio de nós.

Mas tem uma cabeça, um coração (frio e negro), algures por aí.

Sem misericórdia.

É normal nestas alturas de choque global que muitos expressem a sua falta de vontade para odiar quem mata em nome de uma alucinação, em nome de nada.

E o autor respeita esses pontos de vista, mas não concorda.

Estamos em guerra, por muito que muitos não pretendam admitir.

Estamos em guerra global.

E a solução não passa pelas fronteiras, pelos refugiados, pelos gabinetes.

A solução passa por adquirir uma considerável quantidade de napalm, ou outra qualquer forma de destruição total, pode ser 605 Forte, pegar em não sei quantos milhares de soldados, centenas de caças, tanques, eu sei lá, o que os entendidos entenderem, e ir directamente a casa do diabo, bater-lhe à porta, não dizer bom dia, e cuspir-lhe na cara.

Depois sim, o perdão, o entendimento, a paz.

Até ver não há perdão para quem mata em nome de nada.

Não se mata.

É sadismo.

É loucura.

É crime.

É guerra.

Corte-se a cabeça ao diabo.

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publicado às 22:49

ACIDENTE EM PASSO DE CORRIDA

por The Cat, em 20.03.16

IMG_0267.JPG

 

Os gatos têm sete vidas. Hoje gastei uma delas.

Só nos lembramos que a água molha quando chove. Pena.

Deviamos lembrar-nos todos os dias, horas, minutos, segundos.

Talvez fossemos gente melhor, connosco próprios e com os outros, mas faz parte da condição humana, a água molha.

Lembro-me que era perto das oito da manhã.

Foi esta manhã. Foi há horas.

Eu gosto de trabalhar aos fins de semana, quando o mundo inteiro descansa. Trabalho muito mais, mas há muito menos caras e vozes, menos trânsito e filas, menos stress e complicações.

Perto das oito da manhã.

Passei as portagens em Alverca. Tinha terminado a subida, na auto-estrada, já seguia em estrada plana.

Pelo retrovisor reparo num BMW preto lá ao fundo. À frente ninguém.

A pancada foi de repente. Por trás.

Senti-a. Seca.

O meu carro começou a entrar em despiste, aos círculos.

 

 

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publicado às 14:08

O TRIUNFO DOS PORCOS

por The Cat, em 11.03.16

PORCOS.jpg

 

- Ainda bem que vieste.

Vou contar-te uma coisa; ando para aqui a contas com um bloqueio.

- Por causa dos suínos?

- Quais suínos?

- Não foste hoje fazer directos do bloqueio dos produtores e criadores de porcos, por causa da...

- Fui, mas o que é que isso tem a ver com o meu bloqueio?

- Desculpa, não te queria ofender.

- Não ofendeste, embora indirectamente me tenhas chamado porco.

- Não digas uma coisa dessas, pá.

- Foi o que aconteceu. Pelo menos eu senti-me.

- Aquilo deu em nada.

- Acho que eles só queriam pressionar.

Disfarça...

- Então qual é o teu bloqueio?

- Mental (gargalhada).

- Mental...

- Há montes de tempo que não me sai uma ideia para escrever.

- Idiota.

- Menos.

- Menos idiota, na verdade é isso.

- Isso, embora me soe de novo a ofensa gratuita.

- Há ofensas pagas?

- Não, mas às vezes há ofensas legítimas.

- Em legítima ofensa?

- Ou isso.

- Mas porquê?

- Sinceramente, achas que isso é pergunta que se faça?

- Porque não, não somos amigos?

- Somos, mas há pessoas - poucas - a ler isto.

Achas normal vir para aqui responder-te a esse tipo de perguntas?

Acaba-se já aqui. Está entendido?

- O chefe manda!

- Mando-te é para aquele sítio...

- Pára, há pessoas a ler isto!

- Bom, normalizemos.

Sei lá porquê, é um bloqueio constante.

- Se calhar porque andas pouco a pé.

- Eu?

Sim, eu corro de carro, estiveste a fumar cenas?

- Não, meu, passas a vida no carro ou no trabalho.

Andas pouco a pé, pelas ruas, vês pouco, não...

- Calma.

Não o quê?

- Não te confrontas com as histórias das pessoas, passas a vida dentro de um casulo que quase inferniza.

- Achas que ando bloqueado de inspiração por causa...Eu conto histórias de pessoas, não preciso andar nas ruas, embora ande, achas...

- Acho, claro que acho.

- És capaz de ter razão.

Esta tarde um amigo sugeriu-me escrever sobre as coisas pequenas da vida, que são as mais importantes.

- Posto isso decidiste consultar-me.

- Isso.

- Isso o quê?

- Pá, não ia voltar a escrever sobre o facto de precisar de estar sózinho, de tempos a tempos, e depois sentir um imenso vazio.

- Certo.

- Também não vou maçar outra vez as pessoas com aquela coisa de sermos mais humanos, menos maus uns com os outros...

- Sim, já chega de lamechas. Tenho reparado que tens passado os últimos tempos nisso...

- Podia escrever sobre corrida.

- Podias?

Se calhar se tens ido correr hoje até podias, assim...

- Assim o quê, pá?

Estás a insinuar que ando a cortar-me...

- Não, só que podias ter ido.

- E depois estava, como das outras vezes, até às tantas a escrever...

- E então?

É fim de semana.

- Não me digas nada, vou estar a trabalhar no fim de semana da meia maratona.

- Jura?

- Juro (agora dizia uma asneira).

- Ganda galo.

- Primeiro, porco, agora...

- Pelo menos tens o sentido de amor intacto.

- E o de humor também.

- Ias a dizer...

- Ia a dizer que podia ter escrito sobre a cena de hoje dos porcos.

- O triunfo dos porcos.

- Nem vê-los. Não vi nem um. Nem na televisão, não vi televisão.

- Então escrevias o quê?

- Olha, escrevia sobre aquele par de horas em cima da ponte do Pragal a detectar camiões com sinais de suinicultura.

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- Deve ter sido interessante.

- Por acaso foi. Fazia vento que se desunhava.

Mas via-se bem o Cristo - Rei, a Paula é uma bacana e os PSP que estavam connosco ajudaram a matar o tempo, salve seja, que não houve recurso a armas de fogo.

- E bloqueio?

- Zero. O trânsito flui normalmente no tabuleiro da ponte 25 de Abril, para esta hora da tarde. Alguma intensidade de trânsito, por causa da hora de ponta, mas nenhuma ocorrência a registar.

- Disseste isso?

- Achas?!

Não, mas podia ter dito.

- E os porcos?

- Zero. Nem um. Mas fazia sentido, Setúbal, Montijo e Alcochete têm muita pecuária e suinicultura, podiam ter entrado por ali.

- Então porque é que não entraram.

- Entraram, mas o grosso veio do Oeste, pelo Oeste e pelo Norte de Lisboa.

- Entraram?

- Ya, só que devem ter-se enganado ou assim, e vieram a conta gotas, quero dizer, eu acho que vieram.

Sabes quantos camiões passam todos os dias na ponte 25 de Abril?

- Não faço a mínima.

- Nem eu, mas são muitos. E com marcas de rações, de talhos, e por aí fora...

- Pois, devem ser muitos.

- Alguns traziam um cartaz com a cara de um porco, os porcos têm cara?

- Essa obriga-me a pensar.

- Rápido, estamos quase a acabar.

- Desenho.

- Queres um?

- Não, os camiões traziam desenhos de porcos...

- Mas não eram porcos inteiros, nem era só focinhos de porco.

- Sim, mas os porcos não têm cara, acho eu.

- Também acho. Há que fale em cabeça de porco.

- Os porcos têm cabeça, disso não tenho dúvidas.

- É um facto.

E pés.

-Também traziam pés de porco?

- Pézinhos.

- Isso quase dava um cozido à portuguesa, em directo.

- Só fiz quatro.

- Claro, os porquinhos têm quatro pézinhos.

- Outra vez?

- Desculpa. Saiu-me.

- Não traziam nenhuns pézinhos de porco, até porque os porcos não tê pés, patas.

Eles têm patas. Eram cabeças de porco desenhadas.

- Calma, acalma-te. Os porcos não têm cara, nem pés. Pronto.

- Pronto.

- Pronto.

- Estamos sem assunto?

- Parece!

- O meu amigo bem dizia que devia escrever sobre as pequenas coisas da vidas...

- Que são as mais importantes?

- Que são as mais importantes.

- E escreveste. Escreveste sobre os porcos. Coisas pequenas...

- Isso são leitões, é crime, mas sim, de facto, se olharmos na perspectiva da salsicha fresca com lombarda, sim, posso dizer que foi isso que aconteceu.

- Amanhã vais ao sushi com os putos, já que estás outra vez pai solteiro?

- Não. Eles acham que sim, mas não.

Vamos ao Chico comer uns pézinhos de coentrada.

- De porco?

- Não, de coentrada.

Se me voltas a chamar porco juro que nunca mais olho para ti.

- Seu porco!

- Porco, mas triunfante...

- Foi por isso que te sugeri o título do texto: O Triunfo dos Porcos.

- Bem visto.

Queres vir amanhã almoçar?

- Não posso, tenho pézinhos de porco.

- O que isso te deve custar a andar...

- Já tenho ortopedista marcado.

- Depois dá notícias, um abraço.

- Agora só na segunda feira.

Fica bem, até amanhã.

 

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publicado às 23:50

NETWORKING EMOCIONAL EM PASSO DE CORRIDA

por The Cat, em 10.03.16

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Os homens dizem que a fé move montanhas. E move.

Pois eu digo que a corrida move a fé e ajuda a contornar as montanhas. As mais altas e intransponíveis.

A corrida ensina-me que depois de cada montanha alcançada outras estão pela frente, uma após outra.

É disso que é feita a vida.

E se uma montanha se agiganta perante a nossa humilde baixa estatura - no Universo é assim -, a próxima talvez se apresente um pouco mais suave, menos inclinada.

É disso que é feita a vida.

A corrida trouxe-me algumas lições, que deixam marcas que eu gosto.

É tudo uma questão de experiência.

Ainda ontem, depois de um treino de Muay Thai, conversava com pessoas que sabem sobre a ciência do treino.

Falávamos sobre corrida.

Passei um bocado por maluco, senti, por breves momentos.

Perguntava-lhes eu se alguma vez sentiram, enquanto correm, os olhos a fecharem-se, quase que "correr a dormir".

Olharam um para o outro, abanaram a cabeça em simultâneo, encolheram os ombros, com um ou dois segundos de diferença.

Não creio que me tenha explicado bem.

Queria dizer que isto, para mim, a corrida, a corrida para mim é ir e voltar a vários pontos da minha imaginação.

Não consegui passar a mensagem.

Mudámos de assunto, até porque não era aqui que queria chegar.

Onde é que eu quero chegar?

Aqui mesmo, agora sim.

Começa a ser "normal" (normal entre aspas soa a contradição) perguntarem-me se parei de correr.

Quando digo que corro todos os dias parecem acreditar, mas assim, pouquinho.

É verdade, continuo a correr todos os dias, uns mais, outros menos.

E continuo a ir às corridas.

A coisa funciona quase como uma tatuagem, depois de te marcar não sai mais da alma.

E continuo a fazer o mesmo que fazia - mais o Muay Thai - não apenas pelo prazer que o acto de correr me transmite.

Faço-o também porque as corridas, nestes quatro anos, fizeram-me conhecer pessoas, novos amigos, gente que partilha o prazer, o prazer de viver e de correr. Dois prazeres. Duas dádivas.

E é algo que continua.

A vantagem tem a ver, sobretudo, com o facto de gostar de correr e juntar a isso interesses, sejam pessoais, profissionais, interesses sem a carga pesada que a palavra encerra.

O chamado networking. A corrida é fazer networking. Não pode haver dúvidas.

Mas, não é apenas uma cadeia natural e genuína de ligações e interesses normais, profissionais, de desenvolvimento de ideias, de confluência de opiniões e posições.

A corrida também é networking emocional.

Conclui esta noite.

 

 

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publicado às 01:40

 

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É incontornável: a mulher foi a melhor invenção do homem.

Postas as coisas assim parece que foi o homem que inventou a mulher.

Só que há coisas que, por muitos séculos que vivamos, nunca iremos ter certezas sobre. Esta é uma dessas coisas. A criação do género.

Até porque a primeira frase deste texto não passa de uma forma básica de tentar agarrar a sua atenção para o resto da prosa.

Comemora-se hoje  o Dia Internacional da Mulher.

E este texto não é só para elas, as mulheres.

Ele é dedicado às mulheres inteiras.

É também uma homenagem pública às mulheres por quem dou a vida, incondicionalmente. Sem pestanejar.

Ao longo deste caminho tenho conhecido muitas mulheres, mesmo muitas, e apercebo-me disso agora que escrevo sobre elas.

Mais mulheres do que homens, fazendo o balanço.

Há três, três mulheres que mais guardo dentro de mim, em todos os segundos que respiro, em cada passo que dou, em cada olhar que deixo escapar; a minha mãe, a minha mulher e a minha filha.

São o tripé que me sustenta, nesta luta desigual.

Basta-me os seus sorrisos e tudo muda.

Basta-me olhar para elas e tudo muda.

Basta escutá-las e tudo muda.

Basta beijá-las e tudo muda.

Basta abraçá-las e tudo muda.

Uma troika, mas em formato bonito, belo, bom.

 

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publicado às 12:32

 

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Ontem falhei a minha primeira corrida.

Era a terceira vez que ia correr o Grande Prémio da Lezíria – 15,5 quilómetros -, mas pela primeira vez não cumpri o objectivo. Nem sequer apareci.

Passei a noite de sábado a acordar, inquieto, mal-estar, sem conseguir dormir. Pela manhã não consegui, não estava em condições. Isto nunca me tinha acontecido.

Pus-me a reflectir sobre o que, na verdade, se está a passar comigo e a conclusão não foi difícil.

Bastou lembrar-me que já marquei consulta para um especialista. É isso que me está a acontecer.

O stress a intrometer-se na parte emocional e física. Chegado ao ponto de confronto e decisão.

Cais ou segues, vives ou sobrevives, és feliz ou és só isso que és.

Afecta.

 

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publicado às 18:28


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